3.02.2015

Momentos de Leitura


                                                                                                
CONVITE
Exmo(a). Sr(a). Encarregado(a) de Educação, convidamos V. Exa. para a Final Escolar do Concurso de Leitura Intermunicipal “Momentos de Leitura” - 2ºe 3º ciclos ciclo, para a qual o seu educando/a  foi selecionado/a. Esta final irá decorrer na Biblioteca da Escola EB 2,3 Júdice Fialho no dia 11 de março de 2015, quarta feira, pelas 14.30 horas. 
Agradecemos a sua presença neste evento.

                                                                A professora bibliotecária, Sandra Marques





 Livros recomendados conforme ano de escolaridade.




2.18.2015

Novos contos viajantes - BMP na Pedra Mourinha

A nossa parceria com a Biblioteca Municipal de Portimão tem sido tão agradável que todos os anos os contos viajam pelas mãos das simpáticas contadoras de estórias até ás nossas bibliotecas do Agrupamento. Desta vez foram as turmas do pré-escolar da Pedra Mourinha que receberam mais uma visita. O objetivo que move este projeto é a dinamização dos espaços da Biblioteca, promovendo a leitura “animada” de uma história, com o objectivo de cativar as crianças para a leitura.

E assim foi......


2.09.2015

Ungali - 2ª parte

Ungali - 1ª parte

Elsa Serra

A escritora e contadora de histórias Elsa Serra vem às nossas bibliotecas das EB1 da Pedra Mourinha e do Chão das Donas nos dias 3 e 5 de março. Certamente vai ser um acontecimento para todos nós, que adoramos ouvir uma boa história.


Mas nada melhor do que primeiro fazermos o TPC para sabermos quem é a Elsa Serra:





"As  histórias  acompanham-me desde que nasci, as que ouvia, escrevia e lia, e o bichinho ficou para sempre.
Em 1999, quando comecei a dinamizar ateliers de escrita criativa, com crianças de norte a sul do país em bibliotecas e escolas,  as histórias contadas estavam sempre lá.
Em 2012 publiquei o meu quarto livro, um dos vários sonhos realizados, o “Ungali”, pela Porto Editora, uma das primeiras histórias tradiconais que comecei a contar.  Antes nasceram outros sonhos, o “Quero ser Escritor – Manual de Escrita Criativa” (com Margarida Fonseca Santos), pela Oficina do Livro, em 2007, a Lua Ensonada, em 2004, e o Senhor das Barbas Brancas, em 2003; 
E tenho andado de sul a norte, dentro e fora, como contadora de histórias, dinamizadora de ateliês de escrita criativa e de expressão dramática. Tenho também colaborado com diversas entidades nomeadamente com a Fundação Calouste Gulbenkian, Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas, o Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, entre outras.  Mantenho colaboração regular com Centro Nacional de Cultura, Livraria Cabeçudos, Escrever Escrever, Evoé,  Chuva de Papel, e diversas Câmaras Municipais e Escolas, de norte a sul do País."

Querem saber mais? Cliquem aqui



2.03.2015

Projeto Avós na Escola - Pedra Mourinha

Desta vez foi a turma do 2º C a participar no projeto Avós na Escola. Foi uma sessão animada com "estórias", poemas e música. Afinal ler, contar e cantar são coisas tão divertidas.. Agradecemos a colaboração preciosa dos avós.






Um livro é um brinquedo feito com letras. Ler é brincar.


 Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, brincar com tudo isso.



Saber ler é acender uma luz na imaginação.


Ler é viajar com os olhos.


 Ler é viajar com a imaginação.



Ler é sonhar pela mão de outrem.



2.02.2015

História de São Valentim


Diz-se que o imperador Cláudio pretendia reunir um grande exército para expandir o império romano.
Para isso, queria que os homens se alistassem como voluntários, mas a verdade é que eles estavam fartos de guerras e tinham de pensar nas famílias que deixavam para trás...

Se eles morressem em combate, quem é que as sustentaria?

Cláudio ficou furioso e considerou isto uma traição. Então teve uma ideia: se os homens não fossem casados, nada os impediria de ir para a guerra. Assim, decidiu que não seriam consentidos mais casamentos.

Os jovens acharam que essa era uma lei injusta e cruel. Por seu turno, o sacerdote Valentim, que discordava completamente da lei de Cláudio, decidiu realizar casamentos às escondidas.

A cerimónia era um acto perigoso, pois enquanto os noivos se casavam numa sala mal iluminada, tinham que ficar à escuta para tentar perceber se haveria soldados por perto.

Uma noite, durante um desses casamentos secretos, ouviram-se passos. O par que no momento estava a casar conseguiu escapar, mas o sacerdote Valentim foi capturado. Foi para a prisão à espera que chegasse o dia da sua execução.

Durante o seu cativeiro, jovens passavam pelas janelas da sua prisão e atiravam flores e mensagens onde diziam acreditar também no poder do amor.

Entre os jovens que o admiravam, encontrava-se a filha do seu carcereiro. O pai dela consentiu que ela o visitasse na sua cela e aí ficavam horas e horas a conversar.


No dia da sua execução, Valentim deixou uma mensagem à sua amiga (por quem dizem que se apaixonou), agradecendo a sua amizade e lealdade.
Ao que parece, essa mensagem foi o início do costume de trocar mensagens de amor no dia de S. Valentim, celebrado no dia da sua morte, a 14 de Fevereiro do ano de 269.